
Morto-vivo (Mário de Alencar)
Mário Cochrane de Alencar
- Rio de Janeiro, 30 de janeiro de 1872
- Rio de Janeiro, 8 de dezembro de 1925
1920
Durante uma epidemia na década de 1840, o jovem Gonçalo adoece e, pouco depois, é dado como morto. Levado ao cemitério, acaba por ressuscitar antes de ser enterrado. Mas este é apenas o começo de seu suplício nesta narrativa que se desenvolve nos limiares entre vida e morte.
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