
Angélico Celeste (Rui Miranda e Silva)
Dados biográficos do autor não encontrados.
1944
Angélico Celeste tem uma estranha compulsão: velar todos os defuntos da cidade, uma mania originada num trauma de infância. O narrador, um médico que o atende, fica perturbado pela sua história e, após a morte de Angélico, tem uma visão assustadora.
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